E agora, para onde vamos?

O blog vai fazer quatro anos e me dei conta de que nunca contei sobre a origem dele.

Fonte: We Heart It

Todo blog, independente do tema abordado, é em parte subjetivo. Não sou formada em crítica, mas como curiosa e admiradora falo aqui sobre séries, filmes, livros, música e também sobre Belo Horizonte (já que sou nascida e criada na terrinha do pão de queijo, uai).

O nome Devaneios Insensatos surgiu na minha vida num insight. Lembro-me exatamente do momento: o ano era 2011 e eu estava indo à PUC, para resolver um problema relativo ao meu histórico escolar, uma semana das minhas primeiras aulas na faculdade e ali, dentro do ônibus, devaneando (como sempre), me veio a ideia de juntar essas duas palavras. Logo escrevi o nome no bloco de notas do meu Nokia 5310.

Devaneio veio da tradução duma música que ouvia na época, Daydream da Avril Lavigne, e que eu tinha ficado encantada ao descobrir a palavra, o significado e o sentimento que eu conhecia bem, e o Insensato veio de uma novela (que nem assisti) que a pouco tinha estreado, Insensato Coração.

A expressão, naquele momento, virou minha url no Tumblr, que está ativo até hoje, que antes tinha o meu próprio nome, mas eu desejava uma alcunha impessoal.

Esse blog aqui surgiu um ano depois. Para retomar a ideia de compartilhar as coisas que me rodeavam, e que fora abandonada no início de 2011, junto com meu antigo blog, que eu dividia com o meu amigo Gustavo.

Séries, livros, filmes e música sempre foram os meus temas de bate-papo favoritos, e nesse tempo tenho tentado falar aqui sobre isso. Mas nem sempre isso foi possível. Em meio as intemperes da vida e incontáveis hiatus, tento escrever aqui com sinceridade e afinco.

Acompanhe-me aqui nessa jornada pelos meus devaneios, nem sempre insensatos.

Att,
Thayse Menezes (Física frustrada, ourives de coração e jornalista em formação)

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Saudade

Uma palavra, sete letras e muito mais que um simples sentimento.

Você sabia que essa palavra só existe em português? E que hoje é dia dela: SAUDADE.

É um fato:  dizer ”te extraño” ou ”I miss you” nunca terá a mesma profundidade de dizer, eu sinto saudade de você!

No geral tenho saudade de muita coisa, pessoas e lugares em geral.

Daquela época boa em que, sei que muitos compartilham disso também, eu acordava cedo e a única preocupação era pegar a coberta, ir para o sofá passar a manhã toda vendo desenhos.

Aos sábados ir ao parque municipal com meus pais. Encontrar meus primos e ficarmos horas brincando. Da época que eu não tinha computador e pra fazer trabalhos eu tinha de ir à biblioteca da escola consultar a Barça e o Mirador. De ouvir música em fitas K7 e Vinil.

Isso é muito minha infância, logo muito da minha saudade. (Como disse o Fe Castanhari, o melhor canal de TV da TV brasileira)

Mas acho que a maior saudade que tenho é de pessoas que eu não encontrarei mais e por mais piegas que pareça, essa música diz muito sobre isso.

E você tem saudade do quê?