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6 séries que amei em 2017 (+2 que nem tanto)

Antes que questionem-me, 2017 foi um ano que tentei terminar séries antigas – sem muito sucesso -, e algumas séries importantes e interessantes não foram assistidas (The Handmaid’s Tale e Big Little Lies, por exemplo), mas são as próximas na lista de espera.

Lembrando que são as minhas impressões, e que, especialmente as que eu reprovei, podem não ser a mesma opinião que a sua.

Resolvi partilhar seis séries que assisti ano passado e achei completamente sensacionais. Eis a lista (sem ordem de preferência):

Catastrophe (Channel 4/GNT Play | 2015 – atualmente)

Conheci essa série através das chamadas no GNT e basicamente conta a história de Rob, um americano que viaja para Londres por conta do trabalho e num happy hour conhece Sharon, uma professora. O que era para ser um relacionamento de uma noite se estende por todo o fim de semana.

Um dia, após retornar para casa, Rob recebe uma ligação de Sharon contando que está grávida. Ele então resolve retornar à terra da Rainha para decidir junto da “namorada” qual caminho seguiriam.

A gravidez evolui e o casal resolve morar junto e casar (para inclusive legalizar a estadia de Rob no país). Tudo isso a contragosto de ambas famílias.

Atualmente a série foi renovada para a quarta temporada, sendo 18 episódios exibidos até o momento. E também é marcada como o último trabalho de Carrie Fisher, a eterna princesa Leia, falecida no final de 2016.

Bellevue (CBC Television | 2017 – ?)

Essa série (ou mini-série, não consegui informações precisas se ela terá alguma continuação ou não – para mim a história já está concluída) conta a vida de Annie (Anna Paquin), uma policial canadense que tem uma personalidade forte que não agrada os moradores da pequena Bellevue.

Um dia uma adolescente trans desaparece, Annie fica encarregada do caso e conforme a investigação avança ela percebe que conhece menos as pessoas com as quais conviveu por toda a vida.

O grande ponto da história é que seu pai também era um policial e por anos investigou o desaparecimento de uma adolescente. O caso nunca foi solucionado e o consumiu de tal forma que acabou cometendo suicídio quando Annie ainda era criança.

Com pistas sobre o assassinato que enlouqueceu seu pai aparecendo e a investigação do caso recente, sombras do seu próprio passado – que ela nem lembrava – retornam.

É um drama policial bem tenso, com bastante suspense.

The Crown (Netflix | 2016 – atualmente)

Essa dispensa apresentações, certo?

The Crown é uma série biográfica sobre a Rainha Elizabeth II, ou Lilibeth para os íntimos. Iniciando com o seu casamento, a morte de seu pai e sua consequente ascensão ao trono. Guerras, disputas políticas e tensões – MUITAS TENSÕES – familiares.

A série teve duas temporadas com Claire Foy interpretando Elizabeth. A própria atriz afirmou na premiere da segunda temporada que no próximo ano será substituída por uma atriz mais velha.

Outlander (Starz/Netflix/Fox Premium | 2014 -atualmente)

Adaptada dos livros de Diana Gabaldon conta a vida de Claire, uma enfermeira que vai passar a lua de mel com o marido, Frank, na Escócia em 1945. Após um acidente ela é transportada para 1743.

Neste novo século, Claire é primeiramente mantida em cárcere pelo chefe de um clã como a curandeira daquela comunidade. E devido vários percalços percebe que a única solução é se casar com Jamie Fraser, sobrinho do chefe e um rapaz com um passado complicado e doloroso.

O casamento com o passar do tempo se torna muito mais afetuoso do que Claire imaginava, e em determinado momento desiste de tentar retornar ao século XX e para seu primeiro marido.

A história se passa em meio à disputas territoriais e políticas entre Escócia e Inglaterra. Vale muito a pena.

Good Behavior (TNT US | 2016 –  ?)

Essa série conta sobre Leticia, ou Letty, uma ladra, dependente de álcool e mãe solteira que perdeu a guarda de seu filho para a própria mãe – com direito à ordem de restrição – e Javier um matador de aluguel.

Eles se conhecem quando Letty está roubando o quarto de hotel onde Javier vai se encontrar com um novo contratante. Ao ouvir todo o planejamento através do armário, ela decide que irá salvar essa futura vítima. O plano dá errado e ela se vê envolvida numa relação complicada com esse cara misterioso.

Aos poucos vamos conhecendo melhor quem são essas pessoas e um pouco de seus passados.

O nome da série é em parte irônico, ao se pensar que aqueles personagens não são vilões 100% do tempo.

A série tem duas temporadas exibidas e até este momento não há posicionamento da emissora sobre renovação ou cancelamento.

Big Mouth (Netflix | 2017 – atualmente)

Acho que é a animação que mais fez sucesso ano passado, né?

Nada como os monstros da puberdade vistos sob uma perspectiva adulta! A série conta esse momento de transição comportamental/hormonal de um grupo de amigos. Primeira menstruação, primeiros namoros, incertezas e principalmente amizades. E os dubladores da versão original são atores bem conhecidos. Ah! E não podemos esquecer dos fantasmas.

O criador da série, o ator Nick Kroll contou sobre inspirações e outras coisas mais num painel na última CCXP.

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É preciso mencionar também as maravilhosas Santa Clarita Diet, Dear White PeopleChewing Gun, Lovesick, Raven’s Home e F is For Family.

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E agora duas que me decepcionaram:

Girlboss (Netflix | 2017)

A série é inspirada pelo livro homônimo que faz bastante sucesso por falar de independência e empreendedorismo feminino. E isso me entusiasmou bastante, porque a Nasty Gal, empresa da Sophie da vida real, é um sucesso tanto em vendas quando em conceito. Mas o problema da série é a própria protagonista.

A Sophie da série é tão chata que não consegui passar do primeiro episódio.  Pelo visto não foi só eu que achei isso, já que a série foi cancelada. E olha que não foi por falta de ação publicitária.

Ah! E no primeiro episódio que se passa no início da década de 2000, aparece a protagonista usando uma paleta de sobras que só foi lançada em 2013. Isso me deixou um tanto pensativa…

Disjointed (Netflix | 2017 – atualmente)

A série criada por Chuck Lorre (o mesmo criador de Two and a Half Men, The Big Bang Theory e outras) conta a história de Ruth, dona de uma loja de maconha medicinal.

A história tinha tudo pra ser engraçada, mas não é. Inclusive das 25 séries lançadas em 2017 pela Netflix é a que teve pior avaliação dos críticos, e ainda assim ganhou uma nova temporada.

Eu achei extremamente massante. E eu tinha até fé de que seria boa, devido The Big Bang Theory ter melhorado nas últimas temporadas, a estreia de Young Sheldon e a cada vez melhor Mom. Mas sinceramente não sei o que aconteceu.

Assim como Girlboss, não consegui passar do primeiro episódio.

 

E agora que venha 2018 com séries maravilhosas.

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The End Of The F***ing World: muito mais do que adolescentes rebeldes

Primeiramente é preciso dizer que The End of The F***ing World não faz jus à nenhuma sinopse que você pode ler por aí. Nenhuma delas pode explicar a grandiosidade e complexidade do programa.

Vejamos: a série é baseada numa série de quadrinhos dum autor britânico chamado Charles S. Forsman e foi lançada em 2017 pelo Channel 4 e distribuída internacionalmente pela Netflix desde a última sexta-feira. E em qualquer  lugar que você, caro leitor, procurar informações sobre TEOTFW a ladainha apresentada será a mesma:

“James (Alex Lawther, de Black Mirror) ainda não sabe, mas está prestes a mudar de vida com a chegada de uma garota nova no seu colégio. Assim como ele, a novata Alyssa (Jessica Barden, de Penny Dreadful) também tem problemas em se relacionar com outras pessoas e se vira muito melhor sozinha. Aos olhos alheios, são apenas dois adolescentes estranhos, mas para eles, trata-se da parceria perfeita. E juntos, logo percebem que seguiram por um caminho sem volta.”

Que fique claro: TEOTFW não é uma comédia, TEOTFW não é um romace, TEOTFW é um drama. Um bom drama britânico sobre adolescentes, como só o Channel 4 sabe fazer.

Confesso que já tinha lido sobre a série –  como avisei anteriormente – não havia me interessado sobre a premissa apresentada. Porém a coisa mudou quando eu assisti o trailer lançado pela Netflix ~~ aaaaah o marketing ~~.

Em um rápido resumo sem spoilers, a série trata de dois adolescentes deslocados no mundo, com grandes problemas familiares e que devido a imaturidade (porque são adolescentes, entendam) decidem fugir daquela monotonia que vivem.

James quer fugir de um pai entusiasmado demais e busca de sentir algo. E Alyssa quer fugir da vida de aparências que leva com a mãe, os irmãos e o padrasto (com quem o desprazer da convivência é mútuo).

Nessa fuga muita coisa acontece, como o carro que explode, a invasão de uma casa e uma perseguição policial (que não vou contar os motivos para evitar spoilers – mas uma menção honrosa às detetives que estão no caso).

É preciso ressaltar que em TODOS os episódios há um adulto fazendo m*rda com os garotos, sejam abusos físicos, emocionais e até abusos sexuais (sim, no plural).

A constatação final é que fugir nem sempre é a solução e que na verdade não conhecemos nossos pais de verdade. Talvez o momento em que James teoriza que o provável motivo de seu pai sempre manter a casa barulhenta é que o silencio é muito mais doloroso, seja a resposta.

A série trabalha tanto com os diálogos entre James e Alyssa como com os monólogos dos pensamentos dos dois.

Confesso que há muito tempo que uma série não me deixava extasiada e impactada como TEOTFW me deixou na madrugada de sábado. Os episódios de cerca de 25 minutos passavam como se fossem 3. E o final me deixou atônita.

mais embasbacada que a Holly Golightly

Algumas cenas me lembraram outras séries como How I Met Your Mother (mais especificamente a cena de 500 Miles) e Good Behavior, série que pretendo apresentar aqui em breve.

Os pontos fortes da série são com certeza a trilha sonora, a fotografia e a química entre os protagonistas. E o ponto fraco, bem, penso que o desfecho da história foi tão “redondinho” que não creio que haverá uma nova temporada.

E você já assistiu? O que achou? Conte-me nos comentários.

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5 maneiras de se preparar para ‘Gilmore Girls: A Year in the Life’

Ando sumida por um motivo: maratona de Gilmore Girls! Dia 25 já tá aí e nesse momento estou começando a 7ª temporada! 😀

Fonte: IMDb
Fonte: IMDb

Minha paixão pela família Gilmore não é de hoje. Só fui ter TV à cabo em casa depois que estava na faculdade, então quando estava na fase pré-adolescente/adolescente o jeito que tinha de ver seriados era na TV aberta mesmo. Lembro-me de passar vários sábados à tarde assistindo Tal Mãe e Tal Filha (nome que a série tinha no SBT) e Everwood. Domingo de manhã era dia de assistir The O.C. e Smallville.

Todo esse momento nostalgia proporcionado pela Netflix, que teve início no começo desse ano com Fuller House, merece um post especial, certo?

Pensando nisso, resolvi então fazer uma listinha (quem sou eu sem listas?) pra conter a ansiedade. São só cinco passos que sinto que farão com que esses dias passem voando.

Passo 1: Maratonar a série, ainda dá tempo. Calcule comigo: são 153 episódio divididos em 7 temporadas. As temporadas em média tem 22 episódios, certo? Considerando uma média de 40 minutos por episódio (são um pouquinho mais, mas depois isso compensará na conta).
Se você assistir em sequência é possível ver 3 episódios em 2 horas (2 horas = 120 minutos, 40×3=120), ou seja, é possível ver meia temporada em um dia (com 8 horas de dedicação, claro | 1,5 episódio por hora x 8 = 12), em 14 dias é possível terminar a tempo. 😉

Não anima? Tudo bem, a Netflix resumiu cada temporada em vídeos de 1 minuto

Passo 2: Que tal Pop Tarts caseiras?
As rainhas do junkfood, vão invejar a sua disposição em fazer esse doce americano, que elas amam a propósito. São poucos ingredientes, nem é tão difícil de fazer e o recheio vai da sua criatividade/orçamento/animação.

Passo 3: Esse produtinhos da série pra levar com você o tempo todo. Estas são algumas das coisas legais que eu achei por aí: moletons fofos que tem lá na Oba! Shop (nunca comprei lá, mas me parece confiável, tem camisetas, bottons e ecobags também), essa camiseta fofa na Chico Rei (tem a caneca também, já comprei lá um monte de vezes e nunca tive problemas graves) ou ainda essa capa de livro da Cheia de Fusquinha (já estou encomendando a minha).

Passo 4: Ouvir a melhor playlist dos últimos tempos (que eu descobri graças à Luísa, obrigada). Foi feita pela Warner em 2015 e só tem amor. É ótimo pra ficar lembrando das cenas em que as músicas aparecem.

Passo 5: Por último e mais importante: tome café! Fã que é fã sabe que nas veias das Lorelais não corre sangue e sim café. Pra facilitar a vida o vídeo abaixo ensina como fazer (estilo americano, ou seja, é quase uma bacia de café, rs) pois nunca se sabe, né?

BÔNUS ROUND!

Assistir este vídeo da Marina Smith no repeat (confesso que fiquei emocionada quando vi pela primeira vez)

E aí, mais alguma dica? Deixe nos comentários, vou adorar ler.

Quem vai estar acordada às 6 horas da manhã do dia 25 com a Netflix aberta? o/

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The Ranch – a nova série da Netflix

Fonte: Observatório do Cinema

Em 1° de abril estreia na Netflix a nova série de comédia protagonizada por Ashton Kutcher.
Nessa nova empreitada, o ator volta a contracenar com Danny Masterson, seu amigo desde os tempos de Thats ’70s Show – que merece uma resenha, aliás – além de Sam Elliott, Debra Winger e Elisha Cuthbert.
Nos 20 episódios, que estarão disponíveis amanhã, a série contará a história da família de Colt Bennett, com seus trinta e poucos anos, que volta para o o rancho – daí o nome – da família no interior do Colorado, após ter saído de sua cidade para tentar seu sonho de se tornar um jogador de futebol americano, mas o máximo que conseguiu foi chegar à segunda divisão.
O voltar para casa significa a conviver com o irmão, que nunca saiu da casa dos pais, com o pai conservador e reacender amores do passado. Juntos, os irmãos passam a cuidar dos negócios da família.

Fonte: Omelete

O trailer lançado na semana passada, já mostra um pouco do clima da série.

Com episódios de 30 minutos e formato de sitcom, a série foi gravada com múltiplas câmeras e presença do público. Masterson e Kutcher são produtores da série e a produção executiva fica por conta da dupla Don Reo e Jim Patterson, que exerciam o mesmo papel em Two And A Half Men.

– Atualizado em 20/06/2016

A série que se passa no interior do Estados Unidos foi renovada! Leia mais aqui.

O Brasil, que tem a cultura interiorana muito forte, foi homenageado com esse lync sync de Saudades da Minha Terra.

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O que é e como fazer maratona de uma série

Segundo nosso amigo Google, maratona além daquela competição de corrida de longa distância, também significa evento ou atividade de longa duração, com efeito desgastante para os participantes.

Fonte: We Heart It

As maratonas podem ser diversas: literárias como a 24h, que consiste em ler durante 24 seguidas (esse é só um exemplo), cinematográficas como assistir todos os episódios de Star Wars (por ordem de lançamento, ou de episódios…), De Volta Para o Futuro, 007, Rocky, Star Trek, Harry Potter, Senhor dos Anéis (+ Hobbit)…, ou de séries, que já dá pra perceber que é a minha favorita.

Fonte: We Heart It

Algumas das séries que ”maratonei” pra vocês terem uma ideia: FRIENDS, Glee, Gossip Girl, Grey’s Anatomy, House MD, Two And a Half Men, The Big Bang Theory,  How I Met Your Mother (umas 5 vezes), Bones, Modern Family…

Como já é possível prever, maratonar uma série consiste em sentar na frente do computador, TV, etc e assistir o máximo de episódios seguidos. Sim, o máximo. Friends eu assisti as 10 temporadas em 15 dias, chegando a assistir uma temporada por dia.

A última que fiz foi de Full House, assisti os 192 episódios em 22 dias. Na verdade esperava terminar dia 25, véspera da estreia do spin-off, mas consegui finalizar dois dias antes. Não conto Fuller, porque fui assistindo aos poucos durante o dia.

Quer fazer uma maratona? Escolha uma série, de preferencia com muitos episódios e aproveite!

Sempre estou pensando em qual série maratonar, e é esse o novo foco do blog: falarei aqui de séries e filmes legais que já assisti, compartilhar algumas maratonas e as vezes posso falar sobre música, literatura ou culinária.

No momento resolvi rever uma das minhas séries favoritas, obrigada Netflix por colocar That ’70s Show no catálogo! ❤

Fonte: We Heart It

HELLO WISCONSIN!

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Uma semana para a estreia de Fuller House, a spin-off de Full House

Em 2014  quando fiz esse post sobre séries de São Francisco, disse que rolavam boatos de uma nova temporada de Full House, que teve o nome de Três é Demais aqui no Brasil, e foi assim que eu a conheci.

Fonte: Omelete

Pois é, em 2015 a Netflix confirmou, e agora em fevereiro, mas especificamente dia 26, (daqui a uma semana!) estreia a primeira temporada de Fuller House.

Fonte: Pipoca Moderna

Primeiro é preciso conceituar o que é spin-off, ou sequência, e o que é nova temporada.

A Netflix apostou em novas temporadas em Gilmore Girls, que quero falar em breve, e Arrested Development. Ou seja, a empresa entrou em acordo com a maioria dos atores e roteiristas e assim financiou a continuação da série, com os mesmos protagonistas continuando onde havia parado (ou passado alguns anos).

Já o spin-off é uma série derivada, serão alguns dos personagens com histórias novas, ou seja, um personagem secundário se torna protagonista. Ex.: The Cleveland Show, que é derivada de Family Guy (tem as duas na Netflix), Angel, derivada de Buffy the Vampire Slayer e Joey, sim é uma spin-off de FRIENDS, muita gente nem deve saber que existiu porque essa foi cancelada na segunda temporada.

Eis então o motivo do meu sumiço. Quem me acompanha no snapchat (menezesthayse) tem visto que estou maratonando (vai ter post falando o que é isso de verdade) Full House e pretendo terminar dia 25. No momento estou terminando a 7ª temporada. Ao todo são 8 temporadas e 192 episódios. Então até o momento estamos vencendo.

O que muda em Fuller House então?

Em Três é Demais, o Danny perdeu a esposa e se vê perdido para manter sua carreira de jornalista esportivo e cuidar das três filhas: DJ com 10 anos, Stephanie com 5 anos e Michelle com menos de 1 ano. Nessa nova fase ele conta com a ajuda do seu melhor amigo Joey Gladstone e seu cunhado Jesse Katsopolis.

Já na nova série, que coincidentemente ou não é também o nome do 20º episódio da 4ª temporada que e em tradução livre significa casa lotada, casa mais cheia, e agora é DJ que se vê perdida para criar os três filhos, Jackson, Max e Tommy, após perder o marido, então ela volta para a casa onde passou a infância e quem irá ajudá-la… bem você pode descobrir nesse vídeo.

Além de Danny, Joey, Jesse, Becky. Steph e DJ, podemos contar com Kimmy, Nick, Alex e Steve! As gêmeas Olsen que interpretavam a pequena Michelle não aceitaram participar, mas Michelle não sumirá da história, ela só estará morando em Nova York.

É… a casa vai encher novamente. Nem preciso dizer que assim que os episódios estiverem liberados na Netflix vou assistir um seguido ao outro. E o sono? ”Cut it out!” amigo, ”how rude!” perguntar isso! Sinceramente: ”have mercy!”!

Netflix do meu coração, com essa nova série só posso dizer: you got it dude!

Fonte: E!
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Desenhos e séries da minha infância – anos 90

Eu poderia citar Icona Pop, mas não vou. Nasci em 1993 e tive uma infância muito feliz assistindo desenhos animados e séries e muitos  deles passaram no meu teste dos 15 anos (coisas que você via antes dos 15 anos e que continua gostando depois).

Imagem: We Heart It

Parte desses desenhos vieram desse programa:

O Disney Cruj começou em 1997, e tinha um horário estratégico: passava antes de Chiquititas, um dos maiores sucessos do SBT.  Nesse momento nostalgia, resolvi mostrar alguns desenhos e seriados que eu assistia e que hoje sinto saudade.

Os Ursinhos Carinhosos ganhou uma versão do Netflix, mas não são as mesmas histórias, mesma dublagem e nem mesmo a mesma música de abertura, infelizmente.

Punky é um dos meus seriados favoritos, e esses tempos reprisou no SBT. Não vou mentir e dizer que não assisti todos os dias e, claro, cantava a música de abertura junto

Os Cãezinhos do Canil era um desenho matutino que passava até na minha adolescência no Bom Dia e Cia. Amava esse grupo de cães órfãos que se unia para encontrar um lar pra eles. Além de ser uma forma interessante de mostrar às crianças a importância da adoção. (Não compre, adote!)

Sim, a música de abertura de Cavalo de Fogo é zoada, mas a história era bem boa.

Ana Pimentinha. Esse é daqueles desenhos que só lembrei que via depois de ouvir a música de abertura. Porque você sabe, Pimentinha é demais, toda 7ª confirma.

Esse também tem versão no Netflix, mas nem preciso explicar muito.

Pateta e Max, a dupla que é demais. Fato é que sempre que os longa metragens derivados desse desenho passa no Disney Channel eu tô lá assistindo.

A Hora do Recreio, aquela turma meio desajeitada que sempre arrumava uma confusãozinha.

Nada como amor próprio, né Johnny? Hup hup hup! Digo que é um Barney Stinson for kids

Quem me segue no snapchat (menezesthayse, a propósito) sabe que tô maratonando Full House, ou Três é Demais, porque dia 27/02 estreia o spin-off Fuller House na Netflix.

Claro que me lembro de outros desenhos, mas achei melhor deixar essa lista pequena.

Sábado vou contar sobre os desafios literários que estou participando e o que estou lendo no momento. 😀