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Minha TBR para a Jornada MLV

Antes de tudo: muitas siglas no título, né? Vou explicá-las.

TBR, significa to be read, ou seja, para ler. MLV, é a sigla para maratona literária de verão, idealizada pelo Victor Almeida do canal Geek Freek

Na maratona deste ano o participante deveria escolher entre um dos reinos Arcania (o melhor de todos) ou Galtero e montar a TBR de acordo com as quatro cidades do reino escolhido e realizar os favores pedidos pela rainha, no meu caso a May do canal All About That Book e  pelo rei, Vitor Martins.

Segue então as cidades e as minhas escolhas (e perdoem as fotos ruins, mas com o verão maravilhoso em BH tem sido difícil tirar boas fotos com luz natural dentro de casa).


Que ninguém nos ouça está na minha pilha de livros para ler desde a última Bienal, inclusive está autografado. Já Outlander… bem, dá pra perceber que ando meio obcecada com histórias da Grã-Bretanha, né?

Amo Kathy Reichs e irei defendê-la, e isso inclui academicamente (falarei disso em breve) e ano passado consegui completar minha coleção de livros dela lançados no Brasil.

Sobre Crônicas, tenho a coletânea (dentro dessa edição aí tem os 7 livros em ordem cronológica) desde 2010 e nunca li, vou começar com o primeiro dos livros, O Sobrinho do Mago.

E por fim os favores dos monarcas:

A Rainha pediu uma protagonista feminina, então decidi reler Qual o Seu Número?, o porquê não sei, já que tenho muitos livros com protagonistas femininas sem ler ainda. Mas como diria Renato Russo: quem irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?

E como o Rei pediu um conto resolvi ler Caio Fernando Abreu – Caio Fernando pros íntimos ou CFA nas citações atribuídas à ele nas legendas de Instagram – já que nunca li nada dele e a Lara, uma das minhas melhores amigas, me deserdaria se eu não fizesse isso esse ano ainda.

A maratona começou no último sábado, 13, e vai até o dia 27. Minha previsão é ler 2035 páginas. E no dia 29 voltou aqui para contar quanto dessa lista consegui ler.

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devaneando

das coisas loucas da vida

quando estava no ensino fundamental convivia mais com os livros do que com meus colegas de turma, e durante esse tempo conheci uma coleção onde o leitor escolhia o destino dos personagens ao final de algumas páginas.

os cadernos daquela época se foram, e com eles os nomes dos benditos livros. por mais que procurasse, o google nunca me respondeu exatamente com o nome daquela série.

eis que assistindo um filme na netflix, provavelmente a comédia independente mas boba e clichê de todas – onde o protagonista, depois de perder tudo, volta a morar com sua irmã na casa onde cresceu e acaba virando o babá do sobrinho.

nesse meio tempo, em que a irmã está preparando a casa para vendê-la, o protagonista vai encontrando partes da sua infância, como fitas k7s e brinquedos.

num determinado momento eis que está ele junto de um walkman sony amarelo – ostentação – e com um livro na mão onde pode-se ler house of danger, cuja capa me lembrou a daqueles livros de doze anos atrás. após uma rápida “googlada” encontro o nome da coleção: choose your own story. EUREKA!

achei a coleção, em sua versão tupiniquim dos anos 80, mas não exatamente os livros que li. aparentemente vou ter que visitar a biblioteca que em outros tempos me acolheu.

 pois é, segue a vida.
p.s.: o nome do filme é Adult Beginners (Adultos Inexperientes – 2014)
séries

6 séries que amei em 2017 (+2 que nem tanto)

Antes que questionem-me, 2017 foi um ano que tentei terminar séries antigas – sem muito sucesso -, e algumas séries importantes e interessantes não foram assistidas (The Handmaid’s Tale e Big Little Lies, por exemplo), mas são as próximas na lista de espera.

Lembrando que são as minhas impressões, e que, especialmente as que eu reprovei, podem não ser a mesma opinião que a sua.

Resolvi partilhar seis séries que assisti ano passado e achei completamente sensacionais. Eis a lista (sem ordem de preferência):

Catastrophe (Channel 4/GNT Play | 2015 – atualmente)

Conheci essa série através das chamadas no GNT e basicamente conta a história de Rob, um americano que viaja para Londres por conta do trabalho e num happy hour conhece Sharon, uma professora. O que era para ser um relacionamento de uma noite se estende por todo o fim de semana.

Um dia, após retornar para casa, Rob recebe uma ligação de Sharon contando que está grávida. Ele então resolve retornar à terra da Rainha para decidir junto da “namorada” qual caminho seguiriam.

A gravidez evolui e o casal resolve morar junto e casar (para inclusive legalizar a estadia de Rob no país). Tudo isso a contragosto de ambas famílias.

Atualmente a série foi renovada para a quarta temporada, sendo 18 episódios exibidos até o momento. E também é marcada como o último trabalho de Carrie Fisher, a eterna princesa Leia, falecida no final de 2016.

Bellevue (CBC Television | 2017 – ?)

Essa série (ou mini-série, não consegui informações precisas se ela terá alguma continuação ou não – para mim a história já está concluída) conta a vida de Annie (Anna Paquin), uma policial canadense que tem uma personalidade forte que não agrada os moradores da pequena Bellevue.

Um dia uma adolescente trans desaparece, Annie fica encarregada do caso e conforme a investigação avança ela percebe que conhece menos as pessoas com as quais conviveu por toda a vida.

O grande ponto da história é que seu pai também era um policial e por anos investigou o desaparecimento de uma adolescente. O caso nunca foi solucionado e o consumiu de tal forma que acabou cometendo suicídio quando Annie ainda era criança.

Com pistas sobre o assassinato que enlouqueceu seu pai aparecendo e a investigação do caso recente, sombras do seu próprio passado – que ela nem lembrava – retornam.

É um drama policial bem tenso, com bastante suspense.

The Crown (Netflix | 2016 – atualmente)

Essa dispensa apresentações, certo?

The Crown é uma série biográfica sobre a Rainha Elizabeth II, ou Lilibeth para os íntimos. Iniciando com o seu casamento, a morte de seu pai e sua consequente ascensão ao trono. Guerras, disputas políticas e tensões – MUITAS TENSÕES – familiares.

A série teve duas temporadas com Claire Foy interpretando Elizabeth. A própria atriz afirmou na premiere da segunda temporada que no próximo ano será substituída por uma atriz mais velha.

Outlander (Starz/Netflix/Fox Premium | 2014 -atualmente)

Adaptada dos livros de Diana Gabaldon conta a vida de Claire, uma enfermeira que vai passar a lua de mel com o marido, Frank, na Escócia em 1945. Após um acidente ela é transportada para 1743.

Neste novo século, Claire é primeiramente mantida em cárcere pelo chefe de um clã como a curandeira daquela comunidade. E devido vários percalços percebe que a única solução é se casar com Jamie Fraser, sobrinho do chefe e um rapaz com um passado complicado e doloroso.

O casamento com o passar do tempo se torna muito mais afetuoso do que Claire imaginava, e em determinado momento desiste de tentar retornar ao século XX e para seu primeiro marido.

A história se passa em meio à disputas territoriais e políticas entre Escócia e Inglaterra. Vale muito a pena.

Good Behavior (TNT US | 2016 –  ?)

Essa série conta sobre Leticia, ou Letty, uma ladra, dependente de álcool e mãe solteira que perdeu a guarda de seu filho para a própria mãe – com direito à ordem de restrição – e Javier um matador de aluguel.

Eles se conhecem quando Letty está roubando o quarto de hotel onde Javier vai se encontrar com um novo contratante. Ao ouvir todo o planejamento através do armário, ela decide que irá salvar essa futura vítima. O plano dá errado e ela se vê envolvida numa relação complicada com esse cara misterioso.

Aos poucos vamos conhecendo melhor quem são essas pessoas e um pouco de seus passados.

O nome da série é em parte irônico, ao se pensar que aqueles personagens não são vilões 100% do tempo.

A série tem duas temporadas exibidas e até este momento não há posicionamento da emissora sobre renovação ou cancelamento.

Big Mouth (Netflix | 2017 – atualmente)

Acho que é a animação que mais fez sucesso ano passado, né?

Nada como os monstros da puberdade vistos sob uma perspectiva adulta! A série conta esse momento de transição comportamental/hormonal de um grupo de amigos. Primeira menstruação, primeiros namoros, incertezas e principalmente amizades. E os dubladores da versão original são atores bem conhecidos. Ah! E não podemos esquecer dos fantasmas.

O criador da série, o ator Nick Kroll contou sobre inspirações e outras coisas mais num painel na última CCXP.

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É preciso mencionar também as maravilhosas Santa Clarita Diet, Dear White PeopleChewing Gun, Lovesick, Raven’s Home e F is For Family.

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E agora duas que me decepcionaram:

Girlboss (Netflix | 2017)

A série é inspirada pelo livro homônimo que faz bastante sucesso por falar de independência e empreendedorismo feminino. E isso me entusiasmou bastante, porque a Nasty Gal, empresa da Sophie da vida real, é um sucesso tanto em vendas quando em conceito. Mas o problema da série é a própria protagonista.

A Sophie da série é tão chata que não consegui passar do primeiro episódio.  Pelo visto não foi só eu que achei isso, já que a série foi cancelada. E olha que não foi por falta de ação publicitária.

Ah! E no primeiro episódio que se passa no início da década de 2000, aparece a protagonista usando uma paleta de sobras que só foi lançada em 2013. Isso me deixou um tanto pensativa…

Disjointed (Netflix | 2017 – atualmente)

A série criada por Chuck Lorre (o mesmo criador de Two and a Half Men, The Big Bang Theory e outras) conta a história de Ruth, dona de uma loja de maconha medicinal.

A história tinha tudo pra ser engraçada, mas não é. Inclusive das 25 séries lançadas em 2017 pela Netflix é a que teve pior avaliação dos críticos, e ainda assim ganhou uma nova temporada.

Eu achei extremamente massante. E eu tinha até fé de que seria boa, devido The Big Bang Theory ter melhorado nas últimas temporadas, a estreia de Young Sheldon e a cada vez melhor Mom. Mas sinceramente não sei o que aconteceu.

Assim como Girlboss, não consegui passar do primeiro episódio.

 

E agora que venha 2018 com séries maravilhosas.

séries

The End Of The F***ing World: muito mais do que adolescentes rebeldes

Primeiramente é preciso dizer que The End of The F***ing World não faz jus à nenhuma sinopse que você pode ler por aí. Nenhuma delas pode explicar a grandiosidade e complexidade do programa.

Vejamos: a série é baseada numa série de quadrinhos dum autor britânico chamado Charles S. Forsman e foi lançada em 2017 pelo Channel 4 e distribuída internacionalmente pela Netflix desde a última sexta-feira. E em qualquer  lugar que você, caro leitor, procurar informações sobre TEOTFW a ladainha apresentada será a mesma:

“James (Alex Lawther, de Black Mirror) ainda não sabe, mas está prestes a mudar de vida com a chegada de uma garota nova no seu colégio. Assim como ele, a novata Alyssa (Jessica Barden, de Penny Dreadful) também tem problemas em se relacionar com outras pessoas e se vira muito melhor sozinha. Aos olhos alheios, são apenas dois adolescentes estranhos, mas para eles, trata-se da parceria perfeita. E juntos, logo percebem que seguiram por um caminho sem volta.”

Que fique claro: TEOTFW não é uma comédia, TEOTFW não é um romace, TEOTFW é um drama. Um bom drama britânico sobre adolescentes, como só o Channel 4 sabe fazer.

Confesso que já tinha lido sobre a série –  como avisei anteriormente – não havia me interessado sobre a premissa apresentada. Porém a coisa mudou quando eu assisti o trailer lançado pela Netflix ~~ aaaaah o marketing ~~.

Em um rápido resumo sem spoilers, a série trata de dois adolescentes deslocados no mundo, com grandes problemas familiares e que devido a imaturidade (porque são adolescentes, entendam) decidem fugir daquela monotonia que vivem.

James quer fugir de um pai entusiasmado demais e busca de sentir algo. E Alyssa quer fugir da vida de aparências que leva com a mãe, os irmãos e o padrasto (com quem o desprazer da convivência é mútuo).

Nessa fuga muita coisa acontece, como o carro que explode, a invasão de uma casa e uma perseguição policial (que não vou contar os motivos para evitar spoilers – mas uma menção honrosa às detetives que estão no caso).

É preciso ressaltar que em TODOS os episódios há um adulto fazendo m*rda com os garotos, sejam abusos físicos, emocionais e até abusos sexuais (sim, no plural).

A constatação final é que fugir nem sempre é a solução e que na verdade não conhecemos nossos pais de verdade. Talvez o momento em que James teoriza que o provável motivo de seu pai sempre manter a casa barulhenta é que o silencio é muito mais doloroso, seja a resposta.

A série trabalha tanto com os diálogos entre James e Alyssa como com os monólogos dos pensamentos dos dois.

Confesso que há muito tempo que uma série não me deixava extasiada e impactada como TEOTFW me deixou na madrugada de sábado. Os episódios de cerca de 25 minutos passavam como se fossem 3. E o final me deixou atônita.

mais embasbacada que a Holly Golightly

Algumas cenas me lembraram outras séries como How I Met Your Mother (mais especificamente a cena de 500 Miles) e Good Behavior, série que pretendo apresentar aqui em breve.

Os pontos fortes da série são com certeza a trilha sonora, a fotografia e a química entre os protagonistas. E o ponto fraco, bem, penso que o desfecho da história foi tão “redondinho” que não creio que haverá uma nova temporada.

E você já assistiu? O que achou? Conte-me nos comentários.

séries

5 maneiras de se preparar para ‘Gilmore Girls: A Year in the Life’

Ando sumida por um motivo: maratona de Gilmore Girls! Dia 25 já tá aí e nesse momento estou começando a 7ª temporada! 😀

Fonte: IMDb
Fonte: IMDb

Minha paixão pela família Gilmore não é de hoje. Só fui ter TV à cabo em casa depois que estava na faculdade, então quando estava na fase pré-adolescente/adolescente o jeito que tinha de ver seriados era na TV aberta mesmo. Lembro-me de passar vários sábados à tarde assistindo Tal Mãe e Tal Filha (nome que a série tinha no SBT) e Everwood. Domingo de manhã era dia de assistir The O.C. e Smallville.

Todo esse momento nostalgia proporcionado pela Netflix, que teve início no começo desse ano com Fuller House, merece um post especial, certo?

Pensando nisso, resolvi então fazer uma listinha (quem sou eu sem listas?) pra conter a ansiedade. São só cinco passos que sinto que farão com que esses dias passem voando.

Passo 1: Maratonar a série, ainda dá tempo. Calcule comigo: são 153 episódio divididos em 7 temporadas. As temporadas em média tem 22 episódios, certo? Considerando uma média de 40 minutos por episódio (são um pouquinho mais, mas depois isso compensará na conta).
Se você assistir em sequência é possível ver 3 episódios em 2 horas (2 horas = 120 minutos, 40×3=120), ou seja, é possível ver meia temporada em um dia (com 8 horas de dedicação, claro | 1,5 episódio por hora x 8 = 12), em 14 dias é possível terminar a tempo. 😉

Não anima? Tudo bem, a Netflix resumiu cada temporada em vídeos de 1 minuto

Passo 2: Que tal Pop Tarts caseiras?
As rainhas do junkfood, vão invejar a sua disposição em fazer esse doce americano, que elas amam a propósito. São poucos ingredientes, nem é tão difícil de fazer e o recheio vai da sua criatividade/orçamento/animação.

Passo 3: Esse produtinhos da série pra levar com você o tempo todo. Estas são algumas das coisas legais que eu achei por aí: moletons fofos que tem lá na Oba! Shop (nunca comprei lá, mas me parece confiável, tem camisetas, bottons e ecobags também), essa camiseta fofa na Chico Rei (tem a caneca também, já comprei lá um monte de vezes e nunca tive problemas graves) ou ainda essa capa de livro da Cheia de Fusquinha (já estou encomendando a minha).

Passo 4: Ouvir a melhor playlist dos últimos tempos (que eu descobri graças à Luísa, obrigada). Foi feita pela Warner em 2015 e só tem amor. É ótimo pra ficar lembrando das cenas em que as músicas aparecem.

Passo 5: Por último e mais importante: tome café! Fã que é fã sabe que nas veias das Lorelais não corre sangue e sim café. Pra facilitar a vida o vídeo abaixo ensina como fazer (estilo americano, ou seja, é quase uma bacia de café, rs) pois nunca se sabe, né?

BÔNUS ROUND!

Assistir este vídeo da Marina Smith no repeat (confesso que fiquei emocionada quando vi pela primeira vez)

E aí, mais alguma dica? Deixe nos comentários, vou adorar ler.

Quem vai estar acordada às 6 horas da manhã do dia 25 com a Netflix aberta? o/

música

Músicas das férias

Apesar dos problemas, algumas coisas legais aconteceram nesse hiatus: comecei séries novas, li coisas maravilhosas e ouvi artistas incríveis.

E pra iniciar de vez essa nova fase do blog, deixo aqui uma playlist que fiz com as 10 músicas/artistas que mais curti nesse tempo.

Uma das coisas que eu mais gosto é indicar coisas. Sério, essa playlistinha tem desda eletrônica belga ao swing carioca (leia com sotaque), passando por música latina e pop italiana.

Tá poliglota essa seleção, gente! Ouça, ouça, ouça!

Fonte: We Heart It
devaneando

É bom estar de volta

Fonte: We Heart It
Fonte: We Heart It

Após um longo e tenebroso inverno voltei. Diferentemente do que Vinícius escreveu em ‘Eu Não Existo Sem Você’: o poeta só é grande se sofrer, não consegui escrever em meio ao caos que se tornou minha vida.

Tamo 100 porcenta? Não. Mas quero voltar a escrever aqui, porque tenho muito pra falar.

Fugir do ‘e se?’ que meu pensamentos em relação ao blog se tornaram e abandonar a ideia de escrever por obrigação, almejando ganhar dinheiro com o blog. Isso pode acontecer, mas também pode não acontecer.

Esse é o sentimento que me faltava: a vontade de blogar apenas por blogar. Exatamente o que me fez entrar nesse mundo lá em 2010.

Comecei a mudar meus hábitos de consumo e PRECISO compartilhar essas coisas aqui. Esses meses foram transformadores, sério.

Quero voltar a falar da faculdade e de assuntos afins. De livros, bandas, shows, BH, viagens, Pokemon Go!

Muitas coisas legais no mundo aconteceram nesse meio tempo, e coisas nem um pouco legais também.

Não prometo que vou escrever todos os dias, mas espero não desaparecer mais e por tanto tempo. Então é isso.

Resumindo: Gaga aparentemente voltou pro pop e eu voltei pro blog. 😉